NHK Responde: Vacinação (39) — Convém a aplicação da vacina em quem tenha polinose ou alergia alimentar?

A NHK responde a perguntas de ouvintes sobre o novo coronavírus. Nesta 39ª edição sobre vacinação, a pergunta é “Convém a aplicação da vacina em quem tenha polinose ou alergia alimentar?”

O Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar Social do Japão enviou a governos municipais diretrizes sobre a realização de exames antes de cada vacinação. As diretrizes dizem que podem ser vacinados indivíduos com diferentes tipos de rinite alérgica, como polinose, dermatite atópica, bronquite asmática ou alergia alimentar. Pedem, porém, o exercício de cautela com pessoas que tenham reações alérgicas em seguida à exposição a alérgenos. Segundo as diretrizes, estes indivíduos devem ser monitorados durante 30 minutos após a vacinação.

Além disso, pedem a médicos que confirmem se a pessoa tem histórico de graves reações alérgicas a medicamentos ou a alimentos. Não deve ser vacinado quem tiver apresentado graves reações a componentes das vacinas.

Cabe ressaltar, em particular, que alguns indivíduos podem não estar cientes da própria alergia a glicol de polietileno, um dos componentes da vacina desenvolvida pela Pfizer. A substância é utilizada em vários produtos, como remédios, detergentes e cosméticos. Atribui-se ao médico a responsabilidade de verificar cuidadosamente a inexistência de alergia à substância pelo indivíduo a ser vacinado.

A pasta notificou prefeituras de que pessoas que apresentam anafilaxia após a primeira dose não devem receber a segunda.

Estas informações, atualizadas em 8 de abril, estão no site e na página oficial em português da NHK WORLD-JAPAN.