China revida sanções dos EUA e do Canadá relacionadas a direitos humanos

Pequim anunciou sanções contra indivíduos dos Estados Unidos e do Canadá, bem como contra um grupo parlamentar canadense.

A medida foi adotada depois de os dois países se juntarem a outros que impuseram sanções de combate ao abuso de diretos humanos de cidadãos uigures e de outras minorias étnicas na Região Autônoma Xinjiang Uigur.

Washington e Ottawa anunciaram sanções em 22 de março contra quatro oficiais chineses e o escritório de segurança pública da região, acusados de envolvimento nos abusos. As medidas são semelhantes às já adotadas pela União Europeia e o Reino Unido. Elas incluem a proibição de viagens internacionais e o congelamento de bens.

O Ministério das Relações Exteriores da China retaliou com suas próprias sanções no sábado.

Elas têm como alvo dois membros da Comissão sobre Liberdade Religiosa Internacional do governo americano, um membro do Parlamento canadense e o Subcomitê de Direitos Humanos Internacionais do Legislativo canadense.

Eles estão proibidos de entrar na China, Hong Kong e Macau e executar transações comerciais e intercâmbio com chineses.

Pequim já havia adotado sanções contra membros do Parlamento britânico e europeu e organizações.