O que fazer em caso de terremoto (Parte 4)

Um comitê de especialistas do governo japonês pede à população que permaneça alerta para a possível ocorrência de fortes terremotos nos próximos dias. Isso se segue a um sismo de magnitude 7,3 que atingiu as províncias de Fukushima e Miyagi, no nordeste do país, no sábado passado. O tremor registrou uma intensidade sísmica entre 6 e 6,5 na escala japonesa que vai de 0 a 7.

Nesta semana, trazemos informações sobre como lidar em caso de um forte terremoto. Nesta edição, vamos saber como agir quando um sismo de grande intensidade se segue ao primeiro tremor. É comum que vários terremotos de grande intensidade ocorram em uma área em que houve um forte sismo.

É importante ter em mente que um tremor ainda mais forte pode vir a ocorrer. Por exemplo: um terremoto de magnitude 6,5 (ou de intensidade 7 na escala japonesa) sacudiu a província de Kumamoto, no sudoeste do Japão, em 2016. Um dia depois, houve um tremor ainda mais forte, de magnitude 7,3.

Tenha em mente os seguintes pontos após um forte terremoto:
- Fique alerta para a possibilidade de um tremor de mesma intensidade vir a ocorrer na semana seguinte ao primeiro sismo;
- Um forte terremoto de magnitude ainda maior pode vir a ocorrer nos dois ou três dias seguintes ao primeiro tremor. O sismo pode ter causado danos na área, aumentando, desse modo, as chances de deslizamentos de terra e queda de rochas;
- Um tremor com força superior a 6 na escala japonesa eleva o perigo de desabamento de casas.

Não fique desatento ao pensar que “não haverá mais fortes terremotos”. Permaneça alerta e seja cuidadoso!