O que fazer em caso de terremoto (Parte 3): Após os tremores

Um comitê de especialistas do governo japonês pede que a população permaneça alerta diante da possibilidade de fortes terremotos ao longo dos próximos dias. A precaução se segue após um terremoto de magnitude 7,3 ter sacudido as províncias de Fukushima e Miyagi, no nordeste do Japão, no sábado. O tremor registrou intensidade sísmica entre 6 e 6,5 na escala japonesa que vai de zero a sete.

Ontem apresentamos o que fazer na ocorrência de um terremoto. Hoje vamos mostrar o que se deve ter em mente após um tremor.

Primeiramente, edifícios com baixa resistência a terremotos podem desabar. Caso não se sinta seguro onde estiver, procure se abrigar em um centro de evacuação próximo.

Em segundo lugar, deslizamentos de terra podem ocorrer em penhascos ou encostas. Da mesma forma, caso não se sinta seguro, procure um abrigo. Se não puder encontrar ou se dirigir a uma instalação do tipo, assegure-se de permanecer em andar acima do térreo, ou saia de cômodos próximos de penhascos ou encostas.

Em terceiro lugar, pode ocorrer liquefação do solo em áreas aterradas ou em encostas de rios, o que leva a superfície a se desprender e rachar. Preste atenção enquanto caminha ao se dirigir a um abrigo.

E por fim, pode ser que seja preciso usar luz de velas caso ocorra queda de energia, mas assegure-se de usá-las somente quando necessário. Também deve-se desligar os disjuntores de casa antes de fugir para um abrigo, com o objetivo de evitar incêndios que podem se iniciar de fios cortados ou quebrados quando a energia é retomada.