Chefe da Força Marítima de Autodefesa do Japão estaria considerando a renúncia por casos envolvendo informações confidenciais

O Ministério da Defesa do Japão estaria considerando repreender oficiais de alta patente da Força Marítima de Autodefesa do Japão após revelação de que eles permitiram que membros não qualificados lidassem com informações confidenciais. O chefe do Estado Maior da Força Marítima de Autodefesa teria manifestado sua intenção de renunciar.

Em abril, o ministério suspendeu o capitão de um contratorpedeiro da Força Marítima de Autodefesa, comunicando que o oficial permitiu que pessoal não qualificado lidasse com “segredos especialmente designados”, incluindo alguns relacionados a uma embarcação estrangeira.

Segundo fontes bem informadas, a investigação do ministério revelou que houve casos semelhantes, como em diversas outras embarcações. Elas relatam que o almirante Sakai Ryo, chefe do Estado Maior da Força Marítima de Autodefesa, manifestou sua intenção de renunciar.

O ministério deve anunciar os resultados de sua investigação e efetuar a reprimenda de pessoal já neste mês.

Chefes de órgãos governamentais têm a autoridade de definir como “segredos especialmente designados” informações sobre defesa, diplomacia e outros campos relacionados à segurança e proteção do Estado e de seu povo. Aqueles que lidam com tais segredos precisam passar por avaliação.