Integrante da Força Aérea dos EUA é acusado de agredir sexualmente garota de Okinawa

Veio à tona o caso de um integrante da Força Aérea dos EUA lotado na província de Okinawa, no sul do Japão, que foi indiciado em março por agredir sexualmente uma menina local menor de idade.

A acusação diz que, em dezembro, Brennon Washington, de 25 anos, abordou a vítima em um parque na parte central da ilha principal de Okinawa e partiu com ela em um carro. Os dois não se conheciam.

Brennon supostamente teria pedido que ambos fossem juntos à sua casa para cozinharem e assistirem a filmes, e ele então a teria agredido sexualmente.

A polícia local iniciou uma investigação após receber uma denúncia pelo lado da vítima e enviou documentos sobre o suspeito à Promotoria Distrital de Naha em 11 de março. Os promotores indiciaram o militar em 27 de março.

Nem a promotoria nem a polícia divulgaram se o suspeito admitiu as alegações.

O julgamento está marcado para começar em 12 de julho.

O governador de Okinawa, Tamaki Denny, disse a repórteres na terça-feira que o incidente, que teve como alvo uma menor, provocou uma agitação significativa entre a população local, que é forçada a morar perto de bases dos EUA.

Ele expressou intenção de fazer uma queixa oficial em breve às forças dos EUA e a organizações relevantes.

Tamaki disse que foi informado na terça-feira (25), pelo escritório de representação em Okinawa do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Japão, que o vice-ministro Okano Masataka já havia apresentado um protesto ao embaixador dos EUA no Japão, Rahm Emanuel, em 27 de março, dia em que o suspeito foi indiciado, e pedido por disciplinamento mais rígido.

O governador expressou descontentamento com a lentidão na comunicação, dizendo que é algo que prejudica consideravelmente a confiança mútua.