Atividade sísmica persiste quatro semanas após o terremoto no Japão

Nesta segunda-feira faz quatro semanas desde que, no primeiro dia de 2024, o terremoto de magnitude 7,6 devastou áreas de Noto, na província de Ishikawa, da região central do Japão. As autoridades alertam para o risco de que voltem a ocorrer tremores fortes nas áreas afetadas.

A Agência de Meteorologia do Japão informa que a atividade sísmica persiste nas áreas afetadas, apesar de uma recente tendência de queda na frequência de terremotos concentrados na região.

Foram registrados nestas áreas mais de 1.500 terremotos com intensidade de pelo menos 1 na escala japonesa, de 0 a 7.

O órgão pede à população que fique atenta para o risco de terremotos com intensidade aproximada de 5 forte ou superior. O terremoto do dia 1º teve intensidade 7.

Na manhã desta segunda-feira, as temperaturas ficaram abaixo de zero nas cidades de Wajima e Suzu, da província de Ishikawa, assim como na cidade de Himi, da província de Toyama.

Alguns desalojados morreram aparentemente em consequência da deterioração das condições de saúde em abrigos temporários após a catástrofe.

As autoridades recomendam aos desalojados que se aqueçam e se exercitem periodicamente para evitar hipotermia e a chamada síndrome da classe econômica.